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SANIFLUID É UM DESINFECTANTE NATURAL COM DIVERSAS APLICAÇÕES

SANIFLUID é uma solução rica em ácido hipocloroso (HOCl), para desinfecção da água e desinfecção geral. SANIFLUID é a solução definitiva para patógenos aquáticos em sistemas de distribuição de água.

O uso de cloro (hipoclorito de sódio) como desinfetante de água está em declínio devido a considerações de segurança, ambientais e de saúde. O cancro é uma preocupação principal como pode ser visto das referências abaixo (17 a 24). Foram exploradas várias alternativas, incluindo lixívia, lixívia com brometo, ozono, ultravioleta, dióxido de cloro, cloreto de sódio, cloramina (cloro e amónia), ionização cobre-prata e desinfecção térmica. Cada uma oferece algumas vantagens mas também algumas desvantagens.

SANIFLUID tem as vantagens de outros desinfetantes sem suas desvantagens. As categorias de análise incluem: eficácia, segurança, gosto e odores, impacto nos equipamentos e sistemas, efeito no biofilme, efeitos residuais, facilidade de uso, manutenção e custo. SANIFLUID traz um novo padrão de segurança para humanos e animais ao ser capaz de eliminar completamente patógenos da água, eliminando também o biofilme, da canalização, torneiras e outras unidades de transporte e distribuição de água.

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APLICAÇÕES NOS CUIDADOS DE SAÚDE

Quando a nossa pele está ferida os glóbulos brancos libertam um oxidante, chamado ácido hipocloroso (HOCl), para actuar como um desinfectante natural.

Como o HOCl é produzido naturalmente no nosso corpo, não só é mais eficaz enquanto desinfectante do que muitos outros desinfectantes, mas também é mais eficaz de muitas maneiras como um agente de cura.

O ácido hipocloroso tem sido investigado como um possível agente de tratamento de feridas (1) (2) (3) e a “US Food and Drug Administration” aprovou diversos produtos cujo principal ingrediente activo é o ácido hipocloroso para o uso no tratamento de feridas e de váriadas infecções em humanos e animais de estimação. Também está aprovado pela FDA como um conservante para soluções salinas.

DESINFECÇÃO DE ÁGUA E ELIMINAÇÃO DS RELEVÂNCIA DO BIOFILME PARA TODAS AS INSTALAÇÕES, DE HOSPITAIS A QUINTAS DE CRIAÇÃO DE GALINHAS.

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O SANIFLUID remove o biofilme das canalizações.

O biofilme, que é a lama viscosa que se acumula dentro das tubagens, permite a MIGRAÇÃO REVERSA DE BACTÉRIAS. Para além da contaminação da água da fonte original, a água pode ser contaminada no ponto final da distribuição. Este facto, que a maioria das pessoas não tem conhecimento, ocorre em todo o tipo de situações e é extremamente perigoso.

Por exemplo:

Estudos da “American Dental Association” mostram que as unidades de formação de colônias (UFC) começam no ponto de descarga dos aparelhos de água e migram de volta para a fonte da água. Um estudo mostrou que os dispositivos que os profissionais de odontologia usam para aplicar água nos dentes e superfícies orais são contaminados por micróbios da boca dos pacientes. (4) As populações microbianas aumentam rapidamente, migrando para dentro da linha de água, mesmo usando água completamente estéril, “flushing the line 20 seconds between patients and flushing the system with bleach once a week”.De facto, torneiras, chuveiros, linhas de fornecimento de água para animais, sistemas de irrigação gota a gota e muitos outros tipos de utilizações de água ou equipamentos de distribuição de água, estão constantemente expostos a vários contaminantes humanos, animais e ambientais. Estes contaminantes são muito problemáticos em instalações de água com utilização intensa, designadamente hotéis, hospitais, grandes edifícios, aeroportos, explorações de frangos, explorações leiteiras, explorações suinícolas, etc.

Estas instalações são utilizadas por numerosas pessoas ou animais em várias fases da transmissão de patógenos ou tendo um aumento da susceptibilidade a patógenos.

 

Com a presença de biofilme, os patógenos podem migrar de volta para a linha de água, desenvolver-se e, em seguida, serem libertados através dos dispositivos de distribuição, torneira, chuveiro, bebedouros, etc. Os patógenos também podem crescer naturalmente nas torneiras e em qualquer dispositivo de distribuição de água onde o biofilme possa desenvolver-se. O SANIFLUID remove o biofilme destruindo o meio para crescimento bacteriano e migração.

Southland Waters está pronta para fornecer SANIFLUID das seguintes maneiras:

Instalando um sistema completo de produção de SANIFLUID nas suas instalações. Você pode comprar, arrendar ou alugar esse sistema.

Instalando um sistema de distribuição SANIFLUID nas suas instalações: Você aluga o sistema e compra SANIFLUID da Southland Waters ou de um distribuidor aprovado.

Fornecer SANIFLUID no recipiente que é mais adequado para o seu uso.

References in the text

 

(1) Wang L et al. "Hypochlorous acid as a potential wound care agent. Part I Stabilized hypochlorous acid: a component of the inorganic armamentarium of innate immunity". J Burns and Wounds 2007; April: 65–79.
(2) Robson MC et al. "Hypochlorous acid as a potential wound care agent. Part II Stabilized hypochlorous acid: its role in decreasing tissue bacterial bioburden and overcoming the inhibition of infection on wound healing". Journal of Burns and Wounds 2007; April: 80–90.
(3) Selkon, JB; et al. (2006). "Evaluation of hypochlorous acid washes in the treatment of venous leg ulcers". J Wound Care. 2006 (15): 33–37.

(4) MURDOCH-KINCH, C.A.; ANDREWS, N.L.; ATWAN, S.; JUDE, R.; GLEASON, M.J.; MVLINARI, J.A. Comparison of Dental Water Quality Management Procedures. The Jour. Of the Amer. Dental Assoc. Sept. (1997).

 

Further references

 

  1. STOUT, J.E. & Yu, V.L. Current Concepts: Legionellosis. New England Jour. Med., 337:682 (1997).

  2.  STOUT, J.E. ET AL. Potable Water as the Cause of Sporadic Cases of Community-acquired Legionnaires Disease. New England Jour. Med., 326:151 (1992).

  3.  SCHLECH, W.F. III ET AL. Legionnaires’ Disease in the Caribbean: An Outbreak Associated With a Resort Hotel. Archives Internal Med., 145:2076 (1985).

  4.  RUTALA, W. A., WEBER, D.J. Water as a Reservoir of Nosocomial Pathogens. Infection Control and Hospital Epidemiology. An Official Journal of the Society for Healthcare Epidemiology of America. Vol. 18. Sept. (1997).

  5. LIN, Y.E.; VIDIC, R.D.; STOUT, J.E.; YU, V.L. Legionella in Water Distribution Systems. Journal AWWA. 90:113 (1998).

  6.  SUGAM, R. & HELZ, G.R. Apparent Ionization Constant of Hypochlorous Acid in Seawater. Environ.Sci. Techno. 10(4):384-386. (ERL,GB X142), (1976)

  7. “Technical Evaluation of Hypochlorous Acid on Major Food Bourne Pathogens”. Post Harvest Studies, University of California, Davis. Dec. (2001).

  8.  SUSLOW, T.V. Introduction to ORP as the Standard of Postharvest Water Disinfection Monitoring. Department of Vegetable Crops, Univ. of Calif-Davis.

  9.  NAJAFI, R. Sporacidal Activity of Hypochlorous acid Solution. California-Pacific Lab & Consulting

  10. VICKERS, R.M. ET AL. Determinants of Legionella pneumophila Contamination of Water Distribution Systems:Hospital Prospective Study. Infect. Control, 8:357 (1987)

  11. PLOUFFE, J.F.; WEBSTER, L.R.; & HACKMAN, B. Relationship Between Colonization of Hospital Buildings With Legionella pneumophila and Hot Water Temperatures. Appl. & Envir. Microbiol., 46:769

ALARY, M. & JOLY, J.R. Risk Factors for Contamination of Domestic Hot Water Systems by Legionella. Appl. & Envir. Microbiol., 57:2360 (1991).

  1. FURUHATA, K. ET AL. Contamination of Hot Water Supply in Office Buildings by Legionella pneumophila and Some Countermeasures. Japan Jour. Public Health, 41:1073 (1994)

  2. EZZEDINE, H. ET AL. Legionella spp. In a Hospital Hot Water System: Effect of Control Measures. Jour. Hospital Infect., 13:121 (1989)

  3. SCHULZE-ROBBECKER, R. ET AL. Sanitizing a Hospital Hot Water System Contaminated With Legionella pneumophila. Zentralblatt Hyg. Umweltmedizin, 190:84 (1990).

  4. DeBEER, D.; SRINIVASAN, R.; & STEWART, P.S. Direct Measurement of Chlorine Penetration Into Biofilms During Disinfection. Appl. & Envir. Microbiol., 60:4339 (1994).

  5. CANTOR, K.P. ET AL. Bladder Cancer, Drinking Water Source, and Tap Water Consumption: A Case- Control Study. Jour. Natl. Cancer Inst., 79:1269 (1987)

  6. YOUNG, T.B.; WOLF, D.A.; & KANAREK, M.S. Case-Control Study of Colon Cancer and Drinking Water Trihalomethanes in Wisconsin. Intl. Jour. Epidemiol., 16:190 (1987).

  7. CRAGLE, D.L. ET AL. A Case-Control Study of Colon Cancer and Water Chlorination in North Carolina. Water Chlorination Chemistry, Environmental Impact and Health Effects (R.L. Jolley, editor). Lewis Publ., Chelsea, Mich. (1985)

  8. LAWRENCE, C.E. ET AL. Trihalomethanes in Drinking Water and Human Colorectal Cancer. Jour. Natl. Cancer Inst., 72:563 (1984).

  9. GOTTLIEB, M.S.; CARR, J.K.; & CLARKSON, J.R. Drinking Water And Cancer in Louisiana: A Retrospective Mortality Study. Amer. Jour. Epidemiol., 116:281 (1982)

  10. BRENNIMAN, G.R. ET AL. Case-Control Study of Cancer Deaths in Illinois Communities Served by Chlorinated or Nonchlorinated Water. Water Chlorination: Environmental Impact and Health Effects (R.L. Jolley, W.A. Brungs, & R.B. Cumming, editors). Ann Arbor Scientific Publ., Ann Arbor, Mich. (1980).

  11. 62  ALVANJA, M.; GOLDSTEIN, I; & SUSSER, M.A. A Case-Study of Gastrointestinal and Urinary Tract Cancer Mortality and Drinking Water Chlorination. Water Chlorination: Environmental Impact and Health Effects (R.L. Jolley, H. Gorchev, & D.H.J. Hamilton, editors). Ann Arbor Scientific Publ., Ann Arbor, Mich. (1978).

  12. MORRIS, R.D. ET AL. Chlorination, Chlorination By-Products, And Cancer: A Meta-analysis. Amer Jour. Public Health, 82:955 (1993).

  13. SWAN, S. H. ET AL. A Prospective Study of Spontaneous Abortion: Relation to Amount and Source of Drinking Water Consumed in Early Pregnancy, Epidemiol., 9:126 (1998).

  14. “How Chloramines Improve Water Quality”. American Water Works Association Research Foundation. Research Applications Newsletters. (1999).

  15.  Guidelines for drinking-water quatlity, 2nd ed. Vol. 1. Recommendations. P. 95. Geneva, World Health Organization. (1999)

  16.  BOVA, G. John Hopkins Hospital Disinfection Method Comparison Chart. John Hopkins Hospital.(2001).

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